terça-feira, 7 de junho de 2011

PARIS - FRANÇA (FRA)

Nada melhor para um primeiro post do que a clássica, porém infalível, Paris.



Como ir:
A porta de entrada de Paris é o Aeroporto Charles de Gaulle, que fica a cerca de 25 km do centro. Existem três formas de fazer esse trajeto: ônibus especial da Air France, trem ou táxi. A opção mais rápida e barata é com o trem RER B. Os ônibus da Air France são confortáveis e têm lugar para guardar malas. O percurso leva cerca de 50 minutos (dependendo do trânsito) até o Arco do Triunfo. Já o táxi é a maneira mais cara, os motoristas cobram uma taxa extra por cada mala.

Pontos obrigatórios:
  • Torre Eiffel 
    Dispensa apresentações, basta dizer que é o ponto turístico mais visitado do mundo. De acordo com a época em que se vai, é preciso ser paciente com as filas para subir os três pisos da torre. Mas a visão de Paris lá de cima vale (e muito) a pena. O anoitecer então, com o céu gradativamente mudando de cor é fantástico! No topo da torre tem um restaurante (caro, muito caro), mas aos que interessar possam: mediante a reserva no restaurante você se livra de qualquer fila.
Torre Eiffel de dia. Foto por Luis Felipe Menegassi
  • Arco do Triunfo
    Localizado bem no centro de Paris, o Arco do Triunfo é um símbolo do patriotismo e orgulho francês. O monumento de 55 metros possui um terraço ao qual se chega após "alguns" lances de escada, mas não se preocupe, o que irá tirar seu fôlego é a visão lá de cima. A noite então, se percebe a razão de Paris ter o apelido de "Cidade Luz".
Arco do Triunfo à noite. Foto por Luis Felipe Menegassi

  • Museu do Louvre
    É o museu mais famoso do mundo. Abriga grandes obras como, por exemplo: "Mona Lisa", de Leonardo Da Vinci; o "Código Hamurabi" que foi o primeiro registro de leis da Mesopotâmia; e a "Vênus de Milo", escultura que representa a deusa do amor e da beleza (Afrodite, na mitologia grega). Além disso, a pirâmide de vidro na entrada do museu já é um encanto à parte. Sem contar que os ares de "Código da Vinci" dão novas cores para o famoso museu aos cinéfilos. Uma dica: às quartas ou sextas feiras o museu fica aberto até mais tarde, a luz fica acesa até às 22h.

  • Catedral de Notre Dame
    A catedral parisiense, feita em estilo gótica, é outro ponto de parada obrigatória para os turistas de primeira viagem em Paris. Com suas torres maravilhosas, a Catedral de Notre Dame também chama atenção por seus lindos vitrais que dão um colorido especial ao monumento. A entrada é franca, cobra-se apenas para subir nas torres que dão vista às famosas gárgulas, postas lá para afastar os males. Mas é no interior da catedral que se encontra a famosa estátua de Joana D'Arc. Na parte interna fotos são permitidas, além de ser possível assistir à missas no local. 


Catedral de Notre Dame. Foto por Luis Felipe Menegassi
Detalhe dos vitrais da parte interna da Catedral. Foto por Maria Priscila Magalhães.
  • Basílica de Sacré Couer
    É o ponto mais alto de Paris, no topo da montanha de Montmartre, e fica afastada do centro parisiense. Longas escadarias dão acesso à Basílica, que compensa o esforço. Lá de cima, aproveite para ver o pôr-do-sol, que é uma das vistas mais bonitas de Paris. Às 11h em todo domingo há uma missa cantada que é interessante do ponto de vista cultural e religioso.
Basílica de Sacré Couer e um dos vários lances de escada. Foto por Luis Felipe Menegassi
  • Pantheón
    Dá a impressão de que um pedaço de Roma ficou esquecido em pleno coração francês, tamanha a dimensão e grandeza do monumento (que lembra muito o estilo romano). A igreja foi encomendada pelo rei Luís XV em tributo à Santa Genoveva (padroeira de Paris), devido à sua recuperação de uma grave doença.

Pantheón com seu estilo romano. Foto por Luis Felipe Menegassi
  • Museu D'Orsay
    O museu é relativamente novo em relação aos outros pontos turísticos franceses. Foi inaugurado em 1986, no local onde antigamente ficava a estação ferroviária Gare D'Orsay. Apesar de relativamente recente, o museu não faz feio diante do seu vizinho do outro lado do rio Sena (Louvre). Renoir, Monet, Manet e Van Gogh marcam presença nas galerias do museu, entre outros artistas. O museu tem restaurante, mas se quiser escapar das filas, chegue cedo ou fuja para o Café dês Hauteurs e faça um rápido lanche. Às quintas-feiras o Museu D'Orsay fica aberto até às 21h45.

Interior do Museu D'Orsay. Foto por Maria Priscila Magalhães
  • Place de La Concorde
    Localizada no final da Champs Elysées, é a maior praça de Paris e um lugar histórico. Foi nessa praça que, durante a Revolução Francesa, cabeças rolaram, literalmente. Entre os guilhotinados estão os ilustres: rei Luís XVI e Maria Antonieta. Além das duas fontes e das estátuas, o obelisco da praça situa-se sobre a linha do eixo histórico de Paris que vai do Arco do Triunfo ao Louvre.

Place de La Concorde com o pôr do sol. Foto por Luis Felipe Menegassi
  • Palácio de Versalhes
    Não é exatamente perto, são cerca de 40 km de Paris, mas existem trens que fazem este trajeto. A linha  C da RER para Versalhes-Rive Gauche te leva fácil e rapidamente à este histórico monumento. O Palácio de Versalhes foi o símbolo da monarquia absolutista francesa e moradia da família real francesa por muitos anos. Construído em 1664, o palácio é um dos mais magníficos do mundo e certamente vale a viagem. Só o jardim tem 700 hectares. Além dos incontáveis quartos e janelas.


Geral:
Em Paris, os restaurantes costumam ser caros e normalmente servem entrada, prato principal e sobremesa. Para beber não pode faltar um bom vinho (esse sim, bem barato se compararmos aos preços brasileiros do vinho francês). Restaurantes como o Buddha Bar, o Café Marly e os do movimentado bairro francês, Oberkampf, são boas pedidas para quem curte uma boa gastronomia. A Ladurée faz o mais famoso macarron da França. Além disso, não deixe de provar os queijos franceses.
No fim da Avenida Montaigne está a Champs Elysées, o metro quadrado mais caro da Europa, e mais badalada avenida francesa. Cheia de lojas de roupas e galerias de arte, não faltam opções, como a Fnac e a Sephora.
Para quem quer comprar, outra opção são as Galerias Lafayette, no Boulervard Haussmann. Nada mais, nada menos que sete andares onde se pode encontrar de tudo. A Rua de Rivoli, a Boulevard Saint-Germain e a Place Vendôme também são boas opções de locais para compra. 



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